elefante bem colorido, pintado à mão, feito em fibra de vidro, sobre uma plataforma de aço. Possui 1,46 metros de altura por 1,66 metros de comprimento. Está numa calçada. Ao fundo, prédios da Avenida Paulista, em São Paulo.

Inclusão: o elefante está na sala!

Sim, matamos um elefante a cada 15 minutos no mundo. E isso é muito triste. Mas o que dizer quando, a cada 12 minutos, uma pessoa negra é morta em nosso país? Ou que, a cada 28 horas, um(a) homossexual é morto em alguma cidade brasileira? Pois é…

Começou hoje a Elephant Parade. São 85 estátuas diferentes, pintadas à mão que ficarão expostas em diversos locais da cidade de São Paulo. A ideia foi criada em 2007 e tem com propósito a conscientização social, uma vez que 33.000 elefantes africanos são mortos a cada ano, o que equivale dizer uma morte a cada 15 minutos.

Defendo (e curto) este tipo de iniciativa. É uma forma lúdica e impactante para se levantar a poeira de um tema importante e se conseguir engajamento. Penso que podíamos usar exemplos como este para suscitar discussões e procurar a atenção e participação efetiva do público para temas que nos rondam e afetam diretamente, como a inclusão social e a equidade de direitos dos grupos ‘minorizados’, como o LGBT+, Negros e Pessoas com Deficiência por exemplo. Para se pensar…

Descrição da imagem: elefante bem colorido, pintado à mão, feito em fibra de vidro, sobre uma plataforma de aço. Possui 1,46 metros de altura por 1,66 metros de comprimento. Está numa calçada. Ao fundo, prédios da Avenida Paulista, em São Paulo.

Foto por Rodrigo Credidio, em 01/08/2017.

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